Khorocho. Tiro o capote puído e assento-me de frente para as despudoradas do palco. Tempo faz que não freqüento uma casa noturna. Olhares curiosos em volta. Belo semblante feminino, não? "Não, meu senhor, não sou daqui e não visto-me assim por fetiche de algum de vocês". Apenas quero beber hoje...
Belo costume adquirido com a camaradagem. Apenas homens... Homens em meu círculo de convívio. Ir beber e ver mulheres. Geralmente banhava-me em destilados enquanto o grupo fornicava com as damas.
Não tinha eu usufrutos? Ora, tive minhas diversões. Se subjugar militares e torturados for uma diversão... Sente-se excitado vendo-me com insígnias? É, admito que elas caem à maravilha no capote e ornam com o batom vermelho. Dar-me-ia um cigarro? Agradeço...
Quer pagar-me uma bebida? Uma garrafa, por favor. Doses são para mulherzinhas... Não, meu caro, dinheiro é coisa do demônio. Ficaria contente apenas com uma demonstração de força... Mas, por hora, à vodka.
domingo, 17 de dezembro de 2006
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Um comentário:
é tão do demônio que ele me leva assim que chega na minha conta!! hehehe
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